Fornecimento de combustível a uma embarcação.
Pode ocorrer por diferentes meios e requer coordenação operacional, controle de quantidade e medidas de prevenção de derramamentos.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Mercado Portuário · Conhecimento técnico
Guia de consulta
Definições resumidas e contextualizadas a partir das referências indicadas. Termos internacionais podem ter aplicações diferentes conforme o país e o contrato.
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Fornecimento de combustível a uma embarcação.
Pode ocorrer por diferentes meios e requer coordenação operacional, controle de quantidade e medidas de prevenção de derramamentos.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Identificação das normas técnicas brasileiras publicadas pela ABNT para produtos, processos, serviços e sistemas.
Não é sinônimo de NR. A exigibilidade pode decorrer de lei, regulamento ou contrato; consulte edição, título e escopo no catálogo oficial.
Referência: ABNT — Catálogo oficial de normas técnicas ↗Norma técnica brasileira relacionada a lingas de cabo de aço para uso geral e seus requisitos.
A consulta da edição vigente é necessária para critérios de especificação e verificação; a definição não reproduz o texto normativo.
Referência: ABNT — Catálogo oficial de normas técnicas ↗Segurança e normas
Textile lifting slings standards (Brazil)
Família de normas brasileiras referente a cintas têxteis usadas na elevação de cargas, com partes para diferentes construções.
Identifique a parte aplicável ao tipo de cinta e consulte limites, marcação e instruções do fabricante.
Referência: ABNT — Catálogo oficial de normas técnicas ↗Segurança e normas
Brazilian lifting equipment design standards
Referência à família de normas ABNT NBR 8400 relacionada ao cálculo e projeto de equipamentos de elevação e movimentação de carga.
Verifique a parte e edição vigentes no catálogo da ABNT e sua adoção no projeto; não use o número isolado como comprovação de conformidade.
Referência: ABNT — Catálogo oficial de normas técnicas ↗Segurança e normas
Cranes — wire ropes: care, maintenance, inspection and discard
Norma técnica referente a cuidados, manutenção, inspeção e descarte de cabos de aço utilizados em guindastes.
Critérios dependem do cabo e das condições de serviço; não se deve decidir descarte apenas pela aparência ou por contagem isolada.
Referência: ABNT — Catálogo oficial de normas técnicas ↗Autoridade responsável pelo controle aduaneiro de mercadorias que entram ou saem de um país.
Liberação aduaneira, liberação comercial pelo transportador e disponibilidade operacional no terminal são etapas distintas.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Parte que contrata o uso de uma embarcação, total ou parcialmente, conforme as condições de um afretamento.
Não se confunde com o fretador, que disponibiliza o navio. A divisão de responsabilidades depende da modalidade contratada.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Contrato pelo qual o afretador recebe a posse, o uso e o controle da embarcação por prazo determinado, incluindo o direito de designar comandante e tripulação.
Diferencia-se do afretamento por tempo porque a embarcação não é recebida sob a mesma estrutura de gestão náutica e tripulação do fretador.
Referência: ANTAQ — Glossário de navegação ↗Contrato em que o afretador recebe a embarcação, ou parte dela, armada e tripulada para operá-la durante um período determinado.
Prazo, remuneração e obrigações de cada parte precisam estar expressos no contrato; não basta comparar apenas o valor diário.
Referência: ANTAQ — Glossário de navegação ↗Contrato de disponibilização de embarcação, ou parte dela, para realizar uma ou mais viagens acordadas.
Frete, portos, carga e regras de tempo operacional devem ser definidos; difere de contratação remunerada pelo período de uso.
Referência: ANTAQ — Glossário de navegação ↗Representação e assistência ao navio e ao armador durante a escala, envolvendo providências perante autoridades e prestadores de serviços portuários.
Pode abranger documentação e coordenação de serviços. Não é sinônimo de corretagem comercial de afretamento.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Água utilizada em tanques para auxiliar o equilíbrio, a estabilidade e as condições operacionais da embarcação.
Sua transferência entre regiões pode transportar organismos aquáticos; a gestão de lastro busca reduzir esse risco ambiental.
Referência: IMO — Convenção de gestão da água de lastro ↗Sistema que controla o movimento vertical do cabo ou da carga para compensar movimentos da embarcação.
Seu desempenho tem limites de curso, velocidade, carga e estado de mar; não elimina todos os efeitos dinâmicos.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Embarcação de apoio capaz de realizar manuseio de âncoras, reboque e transporte de suprimentos para operações offshore.
A seleção considera tração estática, guinchos, convés, estabilidade e limites da operação; potência isolada não comprova capacidade.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Ângulo que descreve a geometria dos ramais de uma linga em relação a uma referência definida.
Reduzir o ângulo em relação à horizontal aumenta a tensão nos ramais; sempre confirme a convenção usada no cálculo.
Referência: HSE — Planejamento e organização de operações de içamento ↗Agência Nacional de Transportes Aquaviários, responsável pela regulação e fiscalização de atividades de transporte aquaviário e infraestrutura portuária no Brasil.
É uma instituição brasileira. Outros países têm autoridades e regimes regulatórios próprios.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Medidas para prevenir, detectar e responder a práticas corruptas, como oferecer vantagens indevidas para influenciar decisões.
No relacionamento com agentes públicos e parceiros comerciais, controles devem abranger pagamentos, intermediários e documentação.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Avaliação inicial de perigos, consequências e medidas de controle de uma atividade.
Deve refletir as condições reais da tarefa e ser revisada quando mudam o escopo ou o ambiente operacional.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Pessoa ou empresa que equipa e explora comercialmente uma embarcação, utilizando recursos próprios ou uma embarcação afretada.
Propriedade do casco e exploração comercial podem pertencer a partes diferentes; em inglês, o equivalente depende dessa distinção.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Instalação autorizada pela autoridade aduaneira para armazenar mercadorias sob controle aduaneiro.
O tratamento dos tributos e a liberação da carga dependem do regime e da legislação aplicável.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Orientações operacionais específicas da atividade, com condições e respostas para estados do sistema DP.
Limites e ações devem ser definidos para a embarcação e a missão; não são uma tabela universal aplicável a toda frota.
Referência: IMCA — Diretrizes para operação de embarcações com DP ↗Manobra de aproximação e posicionamento da embarcação junto ao cais ou a outra estrutura de acostagem.
Envolve condições locais, características do navio e, quando aplicável, assistência de praticagem e rebocadores.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Estrutura auxiliar usada para distribuir pontos de suspensão e controlar a geometria de um içamento.
Lifting beam e spreader beam têm comportamentos estruturais distintos; o projeto deve identificar o arranjo correto.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Balsa equipada com propulsão própria para deslocamento.
Propulsão própria não implica aptidão irrestrita para navegação oceânica ou posicionamento dinâmico.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Balsa dotada de estacas verticais móveis que podem apoiar-se no fundo para limitar deslocamentos.
Spuds não equivalem a pernas de autoelevação; profundidade, solo e ações ambientais limitam a operação.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Balsa destinada ao transporte de cargas sobre o convés, como módulos, estruturas e materiais.
Flat-top e deck cargo podem descrever o mesmo ativo sob critérios distintos: geometria e finalidade.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Balsa com convés superior predominantemente plano, utilizada para transporte e apoio a cargas e equipamentos.
A capacidade depende de resistência estrutural, distribuição de peso, estabilidade e restrições de navegação.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Unidade flutuante com guindaste instalado para operações de içamento.
A capacidade em terra do equipamento não deve ser adotada automaticamente na configuração flutuante.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Balsa que pode reduzir sua borda livre por lastreamento para permitir operações de entrada ou saída de cargas flutuantes.
A transferência requer plano de lastro, estabilidade e resistência estrutural para cada etapa.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Balsa destinada ao transporte de líquidos em tanques compatíveis com o produto.
Segregação, compatibilidade química e requisitos de prevenção de poluição variam conforme a carga.
Referência: IMO — Convenção MARPOL ↗Inclinação transversal persistente da embarcação, frequentemente associada à distribuição assimétrica de pesos.
Distingue-se da inclinação transitória causada por ações externas; a causa deve ser avaliada antes da correção.
Referência: IMO — Estabilidade intacta ↗Vínculo de nacionalidade e registro que permite à embarcação arvorar a bandeira de determinado Estado.
Uma embarcação de bandeira brasileira não precisa ter sido construída no Brasil. Registro e local de construção são informações diferentes.
Referência: ANTAQ — Glossário de navegação ↗Pessoa natural que, segundo os critérios aplicáveis, detém controle ou se beneficia em última instância de uma estrutura jurídica.
Conhecer a cadeia societária ajuda na diligência; os critérios de identificação variam conforme a regulamentação.
Referência: GAFI / FATF — Recomendações sobre lavagem de dinheiro e diligência ↗Posição em que a embarcação permanece amarrada, normalmente junto ao cais, para realizar operações portuárias.
A compatibilidade depende de comprimento, profundidade e condições de amarração, além dos equipamentos disponíveis.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Expressão de potência mecânica medida no eixo do motor por ensaio de frenagem.
Comparações exigem unidade e critério de medição; BHP não deve ser convertido diretamente em capacidade de reboque.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Associação internacional que publica formulários contratuais, cláusulas e recursos para o setor marítimo.
Usar um formulário BIMCO não elimina a necessidade de revisar alterações, anexos e adequação ao negócio.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Largura da embarcação, utilizada na descrição das suas dimensões principais.
É relevante para compatibilidade com canais, eclusas e instalações; a ficha técnica deve indicar a medida e o critério utilizado.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Força de tração medida em ensaio com a embarcação impedida de avançar, normalmente expressa em toneladas-força ou quilonewtons.
Não equivale à potência do motor nem à força disponível em qualquer velocidade ou estado de mar.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Distância vertical entre a linha d'água e a referência de convés ou marca definida para a condição considerada.
Atribuição regulamentar de borda livre segue convenções e regras específicas, não uma simples decisão comercial.
Referência: IMO — Convenção Internacional de Linhas de Carga ↗Modelo em que uma parte financia, constrói e opera uma instalação por um período, transferindo-a conforme as condições acordadas ao término.
É utilizado em projetos de infraestrutura. Propriedade do terreno, riscos e obrigações devem ser analisados no instrumento da concessão.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Cabo usado para auxiliar o controle de orientação e movimentos de uma carga suspensa.
Seu uso deve evitar exposição a esmagamento, enroscamento e zonas de queda; não substitui controle técnico do içamento.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Navegação entre portos ou pontos de um mesmo país. No Brasil, compreende o transporte pela via marítima ou pela combinação desta com vias navegáveis interiores.
Não é sinônimo de transporte internacional de curto percurso. As condições de acesso ao mercado variam conforme a legislação de cada país.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Estrutura junto à água destinada à atracação e à movimentação de cargas ou passageiros.
Cais é a estrutura física; berço é a posição operacional ocupada pelo navio nessa estrutura.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Distância vertical entre a linha d'água e a parte inferior do casco, indicando quanto da embarcação está submerso.
É essencial na avaliação de acesso ao porto. Profundidade, maré e margem de segurança abaixo da quilha também precisam ser consideradas.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Meio para relatar suspeitas de violações ou irregularidades e permitir seu tratamento pela organização.
Proteção contra retaliação, confidencialidade e tratamento imparcial são elementos relevantes para sua efetividade.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Carga não conteinerizada movimentada em peças, volumes ou unidades, como caixas, fardos e produtos siderúrgicos.
Diferencia-se do granel, que é movimentado solto sem individualização por peça.
Referência: Porto de Rotterdam — Glossário do relatório 2025 ↗Instrumento contratual que registra condições do afretamento de uma embarcação.
Formulários padronizados frequentemente recebem cláusulas adicionais; é necessário analisar o conjunto e a ordem de prevalência.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Compliance e integridade
Brazilian registry of sanctioned companies and individuals
Cadastro de Empresas Inidôneas e Suspensas que reúne informações sobre sanções registradas no âmbito previsto.
Verifique identificação, vigência e alcance da sanção; uma consulta não substitui toda a diligência de contratação.
Referência: Portal da Transparência — Sanções, CEIS e CNEP ↗Ponto de aplicação da resultante do peso de um corpo ou conjunto.
A posição da carga e de seu centro de gravidade influencia o equilíbrio da embarcação e a distribuição de esforços no içamento.
Referência: IMO — Estabilidade intacta ↗Cadastro Nacional de Empresas Punidas com informações relacionadas à aplicação da Lei Anticorrupção.
É diferente do CEIS; a análise precisa observar a natureza, o prazo e os efeitos de cada registro.
Referência: Portal da Transparência — Sanções, CEIS e CNEP ↗Documento que estabelece padrões de comportamento e orienta decisões compatíveis com valores e obrigações da organização.
Deve orientar relações com clientes, fornecedores e agentes públicos, incluindo brindes, conflitos e registros.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Código internacional para gestão da operação segura de navios e prevenção da poluição, no âmbito da SOLAS.
Sua aplicação depende do enquadramento da embarcação; estrutura de gestão deve atender aos requisitos aplicáveis.
Referência: IMO — Código ISM e gestão de segurança ↗Código internacional de proteção de navios e instalações portuárias, inserido no capítulo XI-2 da Convenção SOLAS.
Trata da proteção contra ameaças intencionais (security), não de todos os aspectos de segurança operacional (safety). Sua Parte A contém requisitos obrigatórios e a Parte B orientações.
Referência: IMO — SOLAS XI-2 e Código ISPS ↗Gestão do cumprimento de obrigações legais, regulatórias, contratuais e de compromissos internos de uma organização.
Anticorrupção é uma parte do compliance, que também pode incluir concorrência, proteção de dados, sanções e controles de contratação.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Situação em que interesses pessoais ou de terceiros podem interferir no exercício imparcial de uma responsabilidade.
A declaração e o tratamento preventivo do conflito são importantes, mesmo quando ainda não ocorreu benefício indevido.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Documento de transporte que funciona como recibo da carga e evidência do contrato de transporte, podendo também exercer função de título representativo da mercadoria.
Os efeitos dependem do tipo de documento e das regras aplicáveis; não se deve confundir todo documento de transporte com um título negociável.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Contêiner equipado para manter condições de temperatura adequadas a cargas que exigem controle térmico.
A operação envolve fornecimento de energia e acompanhamento das condições acordadas para a mercadoria.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Convenção internacional voltada ao controle e à gestão da água de lastro e dos sedimentos dos navios.
Estabelece padrões e procedimentos para reduzir a transferência de organismos aquáticos nocivos. A aplicação deve ser verificada para cada embarcação.
Referência: IMO — Convenção de gestão da água de lastro ↗Intermediário que aproxima partes e auxilia a negociação de operações comerciais envolvendo transporte ou embarcações.
No afretamento, ajuda a alinhar demanda, disponibilidade e condições comerciais. A atuação deve ser delimitada pelas partes.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Embarcação usada no transporte de pessoal para instalações ou outras embarcações.
Lotação autorizada, método de transferência e limites meteorológicos são fundamentais; não se presume equivalência com PSV.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Embarcação de apoio à construção offshore, frequentemente equipada para içamento, intervenção e instalação submarina.
Capacidade do guindaste na profundidade prevista e sistemas de posicionamento devem ser verificados individualmente.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Fator usado para representar aumento de esforços associado à resposta dinâmica da carga e do sistema.
Depende do cenário, do movimento da base e do método de cálculo; não existe valor único para todo içamento offshore.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗No afretamento por viagem, valor devido conforme o contrato quando o tempo de carga ou descarga excede o laytime permitido.
Em operações de contêineres, a palavra também é usada para cobranças por retenção além do período livre. Não se deve aplicar automaticamente a regra de um contexto ao outro.
Referência: BIMCO — Laytime Definitions for Charter Parties 2013 (via FONASBA) ↗Massa da água deslocada pela embarcação, igual à massa total da embarcação na condição considerada.
Varia com o carregamento e é usado nas análises hidrostáticas e de estabilidade.
Referência: IMO — Estabilidade intacta ↗Retirada e retorno de recursos após o término de uma atividade contratada.
Destino de retorno, retirada de equipamentos e encerramento de obrigações dependem do contrato.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Retirada das mercadorias do interior de um contêiner.
Não é a mesma operação que descarregar o contêiner do navio: o recipiente pode ser desembarcado ainda fechado.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Valor que o armador paga ao afretador pelo tempo economizado nas operações de carga ou descarga, quando o contrato prevê esse benefício.
Não é um direito automático: critérios, taxa e base de cálculo dependem do que foi acordado.
Referência: BIMCO — Laytime Definitions for Charter Parties 2013 (via FONASBA) ↗Preço por dia adotado para a disponibilização de um ativo ou prestação de serviços no contrato.
Verifique o que está incluído, as frações de dia e taxas diferenciadas para trânsito, espera ou operação.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Sistema que mantém automaticamente posição e rumo utilizando propulsores e informações de sensores.
Não depende de âncoras como princípio de manutenção de posição; capacidade e redundância precisam atender à atividade.
Referência: IMCA — Diretrizes para operação de embarcações com DP ↗Classe de equipamento DP para a qual uma falha única pode resultar em perda de posição ou rumo.
A adequação à operação depende de avaliação de risco e exigências aplicáveis, não de uma hierarquia comercial isolada.
Referência: IMCA — Diretrizes para operação de embarcações com DP ↗Classe de equipamento DP projetada para evitar perda de posição ou rumo após uma falha única em componente ou sistema ativo, no escopo das regras.
DP2 não significa ausência de risco; modos de falha, condições ambientais e procedimentos permanecem essenciais.
Referência: IMCA — Diretrizes para operação de embarcações com DP ↗Classe de equipamento DP com requisitos adicionais de segregação que consideram falhas decorrentes de incêndio ou alagamento em compartimento, conforme as regras.
A comprovação depende de projeto, análise de falhas e ensaios, além da notação informada.
Referência: IMCA — Diretrizes para operação de embarcações com DP ↗Draga de sucção com desagregador rotativo que escava e bombeia material do fundo.
Produção depende do solo, da potência disponível e da distância de bombeamento; não apenas do diâmetro da tubulação.
Referência: IADC — International Association of Dredging Companies ↗Draga autopropulsada que aspira material do fundo durante o deslocamento e o armazena em cisterna a bordo.
A escolha depende do solo, profundidade de dragagem, volume útil e método autorizado de descarga.
Referência: IADC — International Association of Dredging Companies ↗Remoção de material do fundo de uma via navegável ou área portuária para criar, aprofundar ou manter condições de navegação.
Dragagem de manutenção e de aprofundamento têm objetivos distintos e exigem planejamento técnico e ambiental.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Embarcação preparada para apoiar operações de mergulho, com sistemas e arranjos compatíveis com o serviço contratado.
Mergulho com ar e mergulho de saturação exigem recursos distintos; a sigla DSV não assegura presença de sistema de saturação.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Processo de levantamento e avaliação de informações para identificar riscos antes ou durante uma relação comercial.
Pode abranger capacidade técnica, situação societária, integridade e histórico; a profundidade depende do risco e do negócio.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Massa total que o navio pode carregar até a condição de carregamento de referência, incluindo carga, combustíveis, água, provisões e pessoas.
DWT não é a massa do navio vazio nem a capacidade exclusiva de carga de convés.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Empresa Brasileira de Investimento na Navegação, cujo objeto inclui o fretamento de embarcações para empresas brasileiras ou estrangeiras de navegação.
Não deve ser confundida com uma EBN: as duas denominações descrevem enquadramentos e atividades distintos.
Referência: ANTAQ — Glossário de navegação ↗Empresa Brasileira de Navegação: pessoa jurídica constituída no Brasil e autorizada pela ANTAQ a atuar nas modalidades de navegação correspondentes.
Pode operar com embarcações próprias ou afretadas. A autorização deve ser compatível com a atividade pretendida.
Referência: ANTAQ — Glossário de navegação ↗Redução de estabilidade causada pelo movimento de líquido em tanques parcialmente cheios.
O efeito deve ser considerado no plano de lastro e nas condições de carregamento, especialmente com múltiplos tanques parcialmente cheios.
Referência: IMO — Estabilidade intacta ↗Embarcação com recursos para mobilizar, lançar, recuperar e operar veículos subaquáticos remotamente controlados.
Capacidade de convés, energia, posicionamento e compensação de movimento influenciam a execução da missão.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Embarcação equipada para apoiar intervenções em poços submarinos, conforme a modalidade e os sistemas instalados.
A presença de equipamentos de intervenção não substitui a verificação de barreiras, interfaces e requisitos do operador.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Embarcação especializada na instalação de dutos submarinos por métodos compatíveis com o projeto.
Os métodos S-lay, J-lay e reel-lay exigem equipamentos e verificações de engenharia diferentes.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Embarcação de trabalho multipropósito utilizada em apoio a obras, dragagem, manuseio de equipamentos e tarefas de reboque.
A designação comercial não substitui a análise dos guindastes, guinchos, convés e certificados do ativo.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Descrição das atividades, entregas, limites e responsabilidades de uma contratação.
Em apoio offshore, deve detalhar missão, interfaces, equipamentos e critérios de aceitação para evitar lacunas comerciais.
Referência: Petrobras — Canal Fornecedor: contratação e fornecimento ↗Atividade relacionada à movimentação e arrumação da carga a bordo das embarcações.
O equivalente inglês depende do contexto: stevedoring destaca o serviço de movimentação; stowage, a disposição da carga.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Conjunto de dispositivos e arranjos que restringem movimentos da carga durante o transporte marítimo.
Deve ser dimensionado para as acelerações e condições da viagem, incluindo apoios e resistência estrutural.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Expressão usada para indicar um negócio de afretamento acordado, conforme os termos e condições negociados.
A existência de condições pendentes, chamadas subjects, deve ser verificada antes de tratar a contratação como concluída.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Análise sistemática dos modos de falha de componentes ou sistemas e de suas consequências.
Em DP, apoia a demonstração de redundância e a definição de falhas de pior caso; deve ser acompanhada das verificações necessárias.
Referência: IMCA — Diretrizes para operação de embarcações com DP ↗Unidade flutuante que processa produção de hidrocarbonetos, armazena petróleo e permite sua transferência.
Sistemas de produção e armazenamento diferenciam um FPSO de um simples navio de transporte.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Parte que disponibiliza a embarcação ao afretador nas condições acordadas.
Pode ser proprietário ou ter direito contratual de disponibilizá-la; a cadeia de contratação deve ser verificada.
Referência: ANTAQ — Glossário de navegação ↗Unidade flutuante destinada principalmente a armazenamento e transferência de petróleo.
Ao contrário do FPSO, a sigla não pressupõe sistemas completos de processamento da produção.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Embarcação de apoio projetada para transporte rápido de suprimentos e, conforme sua certificação, de pessoas.
Velocidade, consumo, carga útil e comportamento no mar devem ser avaliados em conjunto.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Área destinada à permanência de embarcações fundeadas, isto é, mantidas em posição por âncora.
Pode servir à espera de berço ou a outras operações autorizadas. Fundeio e atracação são situações diferentes.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Distância entre o centro de gravidade e o metacentro usada na avaliação da estabilidade inicial.
GM positivo, sozinho, não demonstra atendimento a todos os critérios de estabilidade nem segurança de qualquer içamento.
Referência: IMO — Estabilidade intacta ↗Mercadoria transportada solta, sem embalagem individual, como minério, grãos ou petróleo.
Divide-se em granéis sólidos e líquidos, que exigem instalações e processos de movimentação diferentes.
Referência: Porto de Rotterdam — Glossário do relatório 2025 ↗Grupo de granéis de origem agrícola, como cereais, sementes oleaginosas e matérias-primas para alimentação animal.
Armazenagem, controle de umidade e prevenção de contaminação são fatores relevantes no planejamento dessas cargas.
Referência: Porto de Rotterdam — Glossário do relatório 2025 ↗Índice adimensional relacionado ao volume dos espaços fechados do navio, calculado pelas regras de arqueação.
Apesar do nome inglês, GT não é uma massa em toneladas e não deve ser confundida com DWT.
Referência: IMO — Convenção Internacional de Arqueação de Navios ↗Guindaste com segmentos articulados de lança que facilitam aproximação e controle da carga em espaços operacionais.
A geometria articulada não dispensa análise de alcance, capacidade e efeitos de movimento a bordo.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Guindaste com lança formada por estrutura treliçada, disponível em diferentes arranjos de base.
Comprimento de lança, raio, contrapeso e configuração determinam a capacidade efetiva indicada na tabela.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Guindaste montado sobre pedestal fixado à estrutura de uma embarcação, plataforma ou instalação.
A estrutura de suporte e sua conexão precisam resistir às ações transmitidas pelo equipamento.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Equipamento ou unidade de içamento cuja base de operação é uma estrutura flutuante.
Movimentos da base, inclinação e condição de lastro podem limitar a capacidade em relação à operação em solo.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Guindaste cuja base móvel utiliza esteiras para apoio e deslocamento.
Operar sobre balsa exige avaliação específica da base, fixações, capacidade do convés e estabilidade flutuante.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Guindaste com lança de seções que se estendem ou retraem para variar o comprimento.
Capacidade muda conforme extensão, raio, patolamento e configuração do equipamento.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Área terrestre de influência de um porto, da qual vêm cargas e para a qual seguem mercadorias movimentadas por ele.
Conexões rodoviárias, ferroviárias e hidroviárias influenciam o alcance e a competitividade dessa área.
Referência: Porto de Rotterdam — Glossário do relatório 2025 ↗Remuneração pelo uso da embarcação em contratos como o afretamento por tempo.
Base de cálculo, pagamento, reajustes e suspensões são contratuais; hire não é automaticamente equivalente a frete por viagem.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Operação em que dois ou mais guindastes participam do içamento de uma mesma carga.
Exige coordenação e análise da distribuição de esforços em todas as etapas; dividir o peso igualmente não é uma premissa segura.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Método que divide uma tarefa em etapas para identificar perigos e controles em cada uma.
Pode complementar a APR e os procedimentos; a denominação e o formulário variam entre empresas.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Modelo contratual em que cada parte assume determinadas perdas de seu próprio grupo, conforme a definição e as exceções acordadas.
Não representa isenção universal de responsabilidade; alcance, seguros e validade devem ser analisados juridicamente.
Referência: BIMCO — SUPPLYTIME 2017 ↗Medida usada para acompanhar resultados ou desempenho de um processo ou serviço.
Disponibilidade, pontualidade e ocorrências podem ser indicadores, mas fórmulas e fontes devem estar definidas.
Referência: Petrobras — Canal Fornecedor: contratação e fornecimento ↗Práticas destinadas a ocultar ou dissimular a origem e características de bens ou valores provenientes de infrações.
Controles de identificação, rastreabilidade e análise de operações dependem das obrigações aplicáveis à organização.
Referência: GAFI / FATF — Recomendações sobre lavagem de dinheiro e diligência ↗Janela contratual entre o início esperado de disponibilidade e a data-limite relacionada ao direito de cancelamento, conforme as cláusulas.
Não se confunde com laytime; consequências de atraso dependem do contrato e do exercício dos direitos previstos.
Referência: BIMCO — Laytime Definitions for Charter Parties 2013 (via FONASBA) ↗Tempo contratualmente permitido para carregar ou descarregar o navio sem remuneração adicional além do frete.
Início, interrupções e exceções da contagem dependem das cláusulas acordadas. Dias corridos e dias de trabalho não são automaticamente equivalentes.
Referência: BIMCO — Laytime Definitions for Charter Parties 2013 (via FONASBA) ↗Lei brasileira sobre responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas por atos lesivos à administração pública nacional ou estrangeira.
A responsabilização da pessoa jurídica tem características próprias; sua aplicação requer análise jurídica do caso concreto.
Referência: Planalto — Lei 12.846/2013 ↗Lei brasileira que disciplina o tratamento de dados pessoais e define direitos e responsabilidades no seu âmbito de aplicação.
Cadastros de tripulação, contatos comerciais e registros de acesso podem envolver dados pessoais e exigir controles próprios.
Referência: Planalto — Lei 13.709/2018 (LGPD) ↗Acessório flexível de cabo, corrente ou material têxtil que conecta a carga ao sistema de içamento.
Material, identificação, ângulos e critérios de descarte devem ser compatíveis com a operação.
Referência: HSE — Planejamento e organização de operações de içamento ↗Sistema que informa ou monitora a condição de carregamento do guindaste em relação aos limites configurados.
Não substitui planejamento, inspeção nem configuração correta de lança, acessórios e contrapesos.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Comprimento total da embarcação, medido entre seus extremos.
Ajuda a avaliar a ocupação e compatibilidade do berço. Não se confunde com comprimento entre perpendiculares.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Controle de energias perigosas por isolamento, bloqueio, identificação e verificação antes de intervenções.
O processo deve abranger as fontes relevantes, incluindo energia residual, conforme os requisitos aplicáveis.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Conector removível com corpo e pino utilizado em arranjos de içamento, reboque e amarração.
Formato, carga admissível e orientação de esforço precisam ser verificados; esforço lateral pode reduzir a capacidade.
Referência: HSE — Planejamento e organização de operações de içamento ↗Operação de lançamento, recuperação ou reposicionamento de âncoras e linhas de ancoragem.
Exige avaliação de tensões, estabilidade, equipamentos de convés e zonas de exclusão.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Convenção internacional para prevenção da poluição por navios, organizada em anexos sobre diferentes fontes de poluição.
Requisitos sobre óleo, resíduos, esgoto e emissões dependem do anexo e da operação considerada.
Referência: IMO — Convenção MARPOL ↗Valor mínimo de força de ruptura especificado para um componente em condições de ensaio.
Não é uma carga admissível de operação; a seleção exige fatores e critérios de segurança aplicáveis.
Referência: HSE — Planejamento e organização de operações de içamento ↗Apuração de serviços, períodos ou quantidades executadas para reconhecimento e eventual pagamento.
Relatórios, evidências e aprovação dependem do contrato; conclusão física não implica faturamento automaticamente autorizado.
Referência: Petrobras — Canal Fornecedor: contratação e fornecimento ↗Preparação e deslocamento de pessoal, embarcação e equipamentos até a condição e local de início do serviço.
O escopo deve indicar adaptações, testes, logística e custos incluídos; não equivale apenas ao trânsito marítimo.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Unidade móvel de perfuração offshore, categoria que inclui diferentes configurações de unidades.
Não é sinônimo de toda plataforma offshore; unidades de produção e de perfuração têm funções distintas.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Grandeza associada ao produto da força da carga pelo seu braço de alavanca em relação à referência adotada.
É relevante para esforços e estabilidade; não substitui a consulta da tabela de carga certificada.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Abertura no casco que permite acesso à água a partir de uma área interna da embarcação.
Pode apoiar mergulho, perfuração e lançamento de equipamentos, com requisitos próprios de segurança e operação.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Navegação entre portos brasileiros e estrangeiros, na terminologia utilizada no Brasil.
A distinção em relação à cabotagem está nos pontos de origem e destino, não apenas na distância percorrida.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Navio-tanque que retira petróleo de unidades offshore e o transporta até terminais ou outros destinos.
Transferência offshore exige compatibilidade de conexão, posicionamento e procedimentos entre as unidades.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Acordo que define proteção, uso permitido e compartilhamento de informações confidenciais.
Pode resguardar fichas de frota e condições comerciais; prazo, exceções e destinatários precisam ser definidos.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Níveis utilizados no regime ISPS para ajustar medidas de proteção à situação de risco de navios e instalações portuárias.
A mudança de nível pode exigir medidas adicionais. O plano aplicável e as instruções das autoridades orientam a resposta.
Referência: IMO — SOLAS XI-2 e Código ISPS ↗Aviso de que o navio chegou ao local previsto e está pronto para carregar ou descarregar, nos termos do contrato.
Uma NOR válida é relevante para iniciar a contagem do laytime; chegada física, prontidão e aceitação do aviso são questões distintas.
Referência: BIMCO — Laytime Definitions for Charter Parties 2013 (via FONASBA) ↗Norma brasileira que estabelece obrigações de segurança e saúde no trabalho no seu campo de aplicação.
NR é regulamentação trabalhista; não se confunde com ABNT NBR, que é norma técnica.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Norma Regulamentadora sobre segurança em instalações e serviços em eletricidade.
Abrange medidas de controle e prevenção de riscos elétricos; treinamentos e autorizações devem corresponder às atividades realizadas.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Norma Regulamentadora sobre segurança no trabalho em máquinas e equipamentos.
A avaliação deve observar seu campo de aplicação e interfaces com regras específicas da instalação ou embarcação.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Segurança e normas
Flammable and combustible substances regulation (Brazil)
Norma Regulamentadora sobre segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis.
Requisitos dependem da instalação, atividade e enquadramento; não se define treinamento apenas pela presença de combustível.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Norma Regulamentadora sobre segurança e saúde no trabalho portuário.
Trata de riscos e responsabilidades nas atividades portuárias dentro do seu escopo; não é norma de certificação de navio.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Norma Regulamentadora de segurança e saúde no trabalho aquaviário.
Sua aplicação e anexos devem ser verificados para a atividade e embarcação; não substitui regras da autoridade marítima.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Norma Regulamentadora que estabelece requisitos de segurança e saúde nos trabalhos em espaços confinados.
Identificação do espaço, avaliação atmosférica, autorização de entrada e resgate integram os controles pertinentes.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Norma Regulamentadora sobre atividades acima de dois metros do nível inferior, onde haja risco de queda.
Abrange planejamento, análise de risco e medidas de proteção; altura por si só não esgota a avaliação do risco.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Norma Regulamentadora de segurança e saúde em plataformas de petróleo no seu campo de aplicação.
Não se deve aplicar seus requisitos automaticamente a qualquer barco de apoio sem verificar enquadramento e interfaces.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Situação em que a remuneração de afretamento pode ser suspensa ou ajustada por eventos definidos no contrato.
Falha técnica ou indisponibilidade não geram o mesmo efeito em todo contrato; causa, período e cláusula devem ser analisados.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Ponto de conexão projetado para receber esforços do sistema de içamento.
Direção da carga, soldas, material e inspeções devem ser compatíveis com o projeto; um furo na estrutura não é automaticamente um olhal.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Condição ou marco a partir do qual a embarcação passa a ser remunerada nos termos do afretamento.
Entrega, aceitação e início da diária podem ter marcos distintos; o contrato define sua relação.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Designação ampla para embarcações que apoiam atividades offshore, incluindo diferentes perfis de transporte e serviço.
OSV é uma família de embarcações, não uma garantia de capacidade para qualquer tarefa marítima.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Colocação e arrumação de mercadorias dentro de um contêiner.
A operação deve considerar distribuição de peso, proteção da carga e compatibilidade entre mercadorias.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Modalidade de cobertura voltada a determinadas responsabilidades de armadores e operadores perante terceiros.
Riscos cobertos, exclusões e limites dependem das regras e do certificado; não substitui todos os seguros marítimos.
Referência: International Group of P&I Clubs — Coberturas P&I ↗Pagamento não oficial destinado a acelerar ou assegurar uma atuação rotineira de um agente.
Não se presume permitido por ser de pequeno valor; a organização deve avaliar a legislação e suas políticas anticorrupção.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Pessoa enquadrada por exercer ou ter exercido funções públicas relevantes, nos critérios da regulamentação aplicável.
A condição de PEP não comprova irregularidade; pode exigir diligência e acompanhamento reforçados.
Referência: GAFI / FATF — Recomendações sobre lavagem de dinheiro e diligência ↗Massa da embarcação na condição leve definida pelas regras e documentação aplicáveis.
Não inclui todos os itens presentes em uma condição operacional carregada; a base de cálculo precisa ser conhecida.
Referência: IMO — Estabilidade intacta ↗Sistema que atenua efeitos do movimento vertical com elementos passivos, como acumuladores e dispositivos hidropneumáticos.
A resposta depende da configuração e das características da carga; não é equivalente a controle ativo.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Planejamento documentado da operação, com carga, equipamento, acessórios, trajetória, condições e responsabilidades.
Operações críticas podem exigir cálculos, aprovação técnica e controles adicionais definidos pelo projeto.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Plano que organiza medidas e procedimentos de proteção de uma instalação portuária no contexto do Código ISPS.
É elaborado a partir da avaliação de proteção e considera responsabilidades, controle de acesso e resposta a ameaças.
Referência: IMO — SOLAS XI-2 e Código ISPS ↗Estrutura flutuante usada como apoio, plataforma de trabalho ou elemento de instalações marítimas.
O uso do nome pontão não comprova capacidade de carga, certificação ou aptidão para reboque.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Porto que atua como ponto de concentração e redistribuição de cargas em uma rede de serviços marítimos.
Pode conectar rotas principais a serviços regionais. Volume movimentado e função de hub não são conceitos idênticos.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Assessoria à navegação prestada por profissional com conhecimento especializado das condições locais de acesso e manobra.
As exigências do serviço dependem da área e das regras aplicáveis. Prático e comandante exercem funções diferentes.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Conjunto de mecanismos internos de prevenção, detecção e tratamento de desvios, fraudes e atos ilícitos.
Código de conduta isolado não comprova efetividade: liderança, avaliação de riscos, controles e monitoramento também são relevantes.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Dispositivo que produz empuxo para auxiliar deslocamento, manobra ou posicionamento da embarcação.
Tipos incluem propulsores de túnel e azimutais; eficiência e disponibilidade variam com a condição operacional.
Referência: IMCA — Diretrizes para operação de embarcações com DP ↗Embarcação de apoio destinada ao transporte de suprimentos, cargas de convés e fluidos para unidades offshore.
Área e resistência do convés, volumes dos tanques e segregação de produtos são dados importantes para afretamento.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Autorização formal para executar uma atividade sob condições, responsabilidades e controles definidos.
Não substitui análise de risco, isolamento ou supervisão; validade e encerramento devem seguir o procedimento aplicável.
Referência: MTE — Normas Regulamentadoras vigentes ↗Integração de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente na gestão de atividades.
Em contratos offshore, pode orientar critérios de avaliação e documentação; não é por si só uma certificação.
Referência: IMO — Código ISM e gestão de segurança ↗Estrutura que reduz a ação das ondas em uma área abrigada, como uma bacia portuária.
Sua função principal é proteção contra a agitação marítima, não necessariamente a atracação de embarcações.
Referência: OGMO Itajaí — Dicionário básico portuário ↗Distância horizontal entre o eixo de giro do guindaste e a linha vertical da carga, segundo o critério do equipamento.
O aumento do raio normalmente reduz a capacidade; o valor durante toda a trajetória deve ser analisado.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Rebocador com propulsores azimutais na região de popa, capazes de direcionar o empuxo.
ASD descreve o arranjo propulsivo; não informa sozinho a tração estática nem as limitações de operação.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Embarcação que auxilia manobras de navios em portos, aplicando esforços de reboque ou empurra.
Tipo de propulsão, capacidade de tração e arranjo de reboque condicionam sua adequação à manobra.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Rebocador cujo arranjo propulsivo coloca as unidades de propulsão à frente do ponto de reboque em sua configuração típica.
Distingue-se do ASD convencional pela disposição dos propulsores e pela dinâmica durante as manobras.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Registro resumido dos principais termos comerciais e operacionais negociados para um afretamento.
Seu efeito depende de aceite, ressalvas e direito aplicável; não se presume que todo recap seja mera comunicação sem compromisso.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Indício que demanda investigação adicional por sugerir risco em uma contratação ou operação.
Comissões sem justificativa, documentação inconsistente e estruturas opacas podem ser alertas; nenhum indício isolado comprova ilícito.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Devolução da embarcação ao fretador ao término do afretamento, segundo local e condições acordados.
Avisos, estado do ativo, combustíveis e momento de encerramento da remuneração devem ser definidos.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Seleção e montagem dos acessórios e arranjos usados para conectar, sustentar e movimentar uma carga.
O termo também aparece em planos de rigging; geometria, tensões e interferências devem ser avaliadas.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Sistema em que veículos ou cargas sobre rodas entram e saem do navio por rampas.
Diferencia-se da movimentação por içamento. A compatibilidade de rampas e cargas precisa ser avaliada na operação.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Veículo subaquático operado remotamente, utilizado em inspeção, intervenção e apoio a operações submarinas.
Classe do veículo, profundidade de trabalho, ferramentas e sistema de lançamento devem atender ao escopo.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Medidas restritivas impostas por autoridades ou organismos competentes a pessoas, entidades, países ou determinadas operações.
Uma contratação marítima pode exigir análise de partes, bandeira, carga e jurisdições envolvidas; listas e regras mudam.
Referência: ONU — Sanções do Conselho de Segurança ↗Verificação de contrapartes em fontes e listas relevantes para identificar alertas de integridade ou restrições.
Coincidência de nome não é prova suficiente; identidade e contexto devem ser confirmados antes de concluir uma avaliação.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Seguro relacionado a danos materiais ao casco, máquinas e outros bens especificados na apólice.
Distingue-se de P&I; franquias, riscos de guerra e condições operacionais exigem consulta às coberturas contratadas.
Referência: International Group of P&I Clubs — Coberturas P&I ↗Serviço marítimo que conecta portos regionais a portos concentradores, alimentando ou distribuindo cargas de rotas principais.
É uma função dentro da rede logística, não apenas uma classificação por tamanho de navio.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Atividades executadas ao mesmo tempo cujas interfaces podem criar riscos adicionais.
Exige coordenação de permissões, prioridades e zonas de interferência, especialmente entre içamento, mergulho e produção.
Referência: IMCA — Diretrizes para operação de embarcações com DP ↗Conjunto de linhas, âncoras e acessórios que mantém uma unidade em posição.
Projetos consideram esforços ambientais, fundo, geometria das linhas e condições de falha.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Definição contratual de níveis esperados de desempenho e dos critérios para sua medição.
Indicadores, exceções e consequências precisam ser objetivos; sigla SLA não comprova uma penalidade específica.
Referência: Petrobras — Canal Fornecedor: contratação e fornecimento ↗Segurança e normas
Safety, Environment and Health (Brazilian usage)
Sigla em português usada para gestão de segurança, meio ambiente e saúde em operações industriais.
Em inglês marítimo, SMS também significa Safety Management System; a interpretação depende do documento.
Referência: IMO — Código ISM e gestão de segurança ↗Convenção internacional que estabelece requisitos de segurança para construção, equipamentos e operação de navios em seu escopo.
A aplicabilidade varia conforme tipo de embarcação, porte e navegação, além das regras nacionais.
Referência: IMO — Convenção SOLAS ↗Afundamento e alteração de trim de uma embarcação em movimento, particularmente relevantes em águas restritas.
Seu valor depende de velocidade, geometria e confinamento da via; não é uma margem fixa universal.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Condição em que recursos permanecem disponíveis ou aguardam uma autorização, janela ou evento operacional.
Prontidão exigida e remuneração da espera precisam ser estabelecidas; não se presume diária reduzida ou integral.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Convenção sobre padrões de formação, certificação e serviço de quarto dos marítimos.
Habilitações e competências exigidas devem ser compatíveis com a função exercida e com as regras aplicáveis.
Referência: IMO — Convenção STCW ↗Ressalvas que condicionam o fechamento ou a eficácia de uma negociação a aprovações ou eventos específicos.
Prazos e critérios para levantamento das condições precisam estar claros; o efeito depende da redação e do direito aplicável.
Referência: BIMCO — Contratos e cláusulas marítimas ↗Oferta, promessa, entrega ou solicitação de benefício para influenciar indevidamente uma conduta ou decisão.
A qualificação jurídica depende do contexto e da lei aplicável; pagamentos por intermediários também exigem controles.
Referência: CGU — Integridade privada e orientação anticorrupção ↗Família de formulários BIMCO para afretamento por tempo de embarcações de apoio offshore.
Edição utilizada e cláusulas modificadas precisam ser identificadas; o glossário não reproduz nem substitui o formulário contratado.
Referência: BIMCO — SUPPLYTIME 2017 ↗Carga de trabalho autorizada para um equipamento ou acessório na condição de utilização especificada.
Pode ser inferior ao limite do fabricante por restrições operacionais; consulte certificado e procedimento aplicáveis.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Documento que estabelece capacidades do guindaste por configuração, raio e condições indicadas pelo fabricante.
O peso bruto suspenso e as deduções previstas precisam ser considerados; capacidade nominal não vale para todo raio.
Referência: HSE — Segurança de equipamentos e operações de içamento (LOLER) ↗Unidade equivalente a um contêiner de 20 pés, usada para expressar capacidade e movimentação de contêineres.
Um contêiner de 40 pés corresponde a 2 TEU. TEU não é unidade de massa nem informa sozinho o peso transportado.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Transferência de uma carga entre meios de transporte ou entre embarcações durante seu percurso.
Um contêiner pode chegar a um porto em um navio e seguir em outro, sem que aquele porto seja o destino final da mercadoria.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Transporte que combina diferentes modos, como marítimo, ferroviário e rodoviário, frequentemente mantendo a mesma unidade de carga.
Um contêiner pode passar do navio ao trem e ao caminhão sem desova intermediária. A organização contratual varia conforme o serviço.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Diferença entre os calados de popa e de proa.
A distribuição longitudinal de pesos afeta o trim e pode alterar propulsão, manobrabilidade e acesso ao porto.
Referência: IMO — Estabilidade intacta ↗Separação vertical entre o ponto mais baixo da embarcação e o fundo.
A avaliação operacional considera maré, ondas, squat, precisão das profundidades e regras locais.
Referência: PPIAF / Banco Mundial — Port and Shipping Terms ↗Unidade com pernas que se apoiam no fundo e permitem elevar o casco acima da superfície da água.
A operação depende de avaliação do solo, capacidade das pernas, pré-carga e limites ambientais.
Referência: IMCA — Biblioteca técnica de operações marítimas ↗Benefício oferecido, prometido, concedido ou solicitado de forma incompatível com deveres legais e de integridade.
Pode ser financeiro ou não financeiro; denominar o pagamento como comissão não elimina o risco de ilicitude.
Referência: Planalto — Lei 12.846/2013 ↗Carga máxima de trabalho atribuída pelo fabricante a um equipamento ou acessório para condições definidas.
Ângulo, temperatura, modo de uso e integridade podem reduzir o limite utilizável; WLL não é carga de ruptura.
Referência: HSE — Planejamento e organização de operações de içamento ↗As definições não substituem contratos, normas técnicas, cálculo de engenharia ou orientação jurídica. NR são Normas Regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho; ABNT NBR são normas técnicas brasileiras, cuja exigibilidade depende da legislação e do instrumento aplicável. Consulte a edição vigente e o escopo de cada norma, sem presumir que toda norma se aplica a toda embarcação.
O vocabulário contratual também aparece em operações de óleo e gás, inclusive em contratações da Petrobras, mas as definições não reproduzem cláusulas específicas nem indicam vínculo comercial. Edital, contrato e anexos técnicos prevalecem. Compliance inclui anticorrupção, mas também outras obrigações legais e de integridade. Os equivalentes em inglês são contextuais.
Conheça os ativos disponíveis ou converse sobre o seu escopo de afretamento.